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almas perfumadas

Os lugares onde fomos mágicos ressoam e ecoam na eternidade das recordações que não morrerão nunca.

almas perfumadas

Os lugares onde fomos mágicos ressoam e ecoam na eternidade das recordações que não morrerão nunca.

amo quem me faz viver

 

Adoro quem pensa como eu, mas amo quem me faz pensar de um jeito que eu não tinha imaginado.
Adoro quem me faz sonhar, mas amo quem me faz viver.
Adoro quem me inspira a escrita, mas amo quem me deixa sem palavras.
Adoro quem me entenda, mas amo quem fica ao meu lado mesmo sem me entender.
Adoro quem tem paciência para me ouvir, mas amo quem me escuta quando eu não falo.
Adoro quem faz o que eu quero, mas amo quem faz o que eu nem sabia que queria até ser feito.

para sempre

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Gosto dessas palavras que ficam ao fim de um dia todo. Esses nomes que sobram às vezes para sempre.
O que sobra nas minhas mãos : um pensamento, uma frase, o som de uma música que vem de um lugar qualquer... meia dúzia de grãos de areia ainda sobre a pele, ou uma alga seca que ficará depois esquecida a marcar a página de um livro que irei ler.

(reeditado)

as mãos, uma extensão infinita de amor

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Trazer as mãos ao cimo da água com o labor profundo das ilhas e o sabor saliente das barcas que atravessam rios colhendo o fruto das sementes antigas que a água transformou.... todo um contexto onde os pés e as mãos se podem cruzar ou amparar, com saberes diferentes. Haverá como imaginas uma repetição cíclica nas plantações, na busca mais antiga do alimento.
Por isso escolhi esta imagem onde poderás encontrar a planta verde repetida e separada por espaços vitais semelhantes... sim, os necessários à sua sobrevivência. E se olhares a mesma plantação de longe, poderás ver outras imagens, com a perspectiva secreta dos olhos: a mulher que colhe o fruto com as mãos, o amor que se repete com um afago, em qualquer lugar, para equilibrar as dificuldades. Há uma espécie de extensão vazia entre as suas mãos e o que pode segurar, a voz que no interior se ergue como uma flor serena, a sede que só ela pode saciar , um sonho, um abrigo de todos os pensamentos do nascimento à morte, sem se deter em qualquer deles...
Poderá o seu abrigo... ser um verbo tranquilo?

[texto reeditado] 

 

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